Estudantes do Colégio Unochapecó alertam sobre cuidado com notícias falsas

Fake News

Texto Isadora Figueiró Zanluchi e Isadora Lawall Machado*

 

Já ficou na dúvida sobre a veracidade de uma notícia? Isso acontece constantemente na vida de quem se mantém atualizado pelos meios de comunicação disponíveis na internet. Pensando nisso, a turma de primeiro ano do Ensino Médio do Colégio Unochapecó realizou um trabalho sobre a propagação de fake news. A ideia surgiu a partir da organização das competências e habilidades da Base Nacional Curricular Comum (BNCC), onde os professores orientadores da atividade, Marcelo Ló e Jocieli Dias, escolheram um tema compatível com as mesmas. 

Durante o processo, os estudantes foram divididos em grupos e receberam uma notícia relacionada à temática da Covid-19 que poderia ser, ou não, verdadeira. Assim, o desafio proposto aos alunos era que eles utilizassem o que haviam aprendido nas aulas anteriores para pesquisar se a notícia era válida ou tendenciosa.

A partir disso, a próxima fase da atividade foi coletar informações precisas e diretas para montar um infográfico que seria disponibilizado ao público. Os trabalhos ficaram expostos em formato de QR Code espalhados pela Unochapecó, não só para os estudantes, mas também para todas as pessoas que quisessem acessar. "A principal lógica era essa, que os infográficos dos estudantes servissem à comunidade", comenta Marcelo. 

Os alunos Eduardo Segatto, Luís Gustavo Gris e Maria Vitória Cadore comentam sobre a experiência, que somente agregou nos estudos. Para Maria, a atividade foi muito importante pois ao conhecer a informação e entender como funciona a propagação das fake news, dificilmente alguém será influenciado por essa notícia. "É um trabalho que vai muito além da escola, pois agrega e traz conhecimento. E conhecimento a gente nunca perde", comenta.

Além de contribuir para identificar notícias e informações gerais falsas, os alunos também aprenderam sobre a responsabilidade de espalhar conteúdos e informações que talvez não sejam verídicos. Durante a conversa, eles comentam que nesses anos de pandemia, a disseminação de fake news só aumentou e destacam: quando se visualiza várias manchetes com títulos chamativos, nas quais o conteúdo publicado geralmente é sem nexo, sem coerência, sem fontes e sem uma base de conteúdo estruturada, tudo indica que se trata de uma falácia.

As maiores redes de consumo de fake news são as redes sociais privativas, como Whatsapp e Telegram. Isso também acontece nas redes abertas como Facebook e Instagram, porém, tendem a ser excluídas em um curto período de tempo após serem publicadas. O professor Marcelo explica que, quando pesquisamos uma notícia falsa na internet, como no Google, a probabilidade de já ter sido removida é muito grande, por este motivo elas são mais facilmente encontradas nas redes privadas.

 

O trabalho

Informações mal apuradas podem trazer graves consequências à população. Para evitar esse tipo de situação, siga os passos do infográfico, produzido por um dos estudantes.

Os demais trabalhos estão disponíveis no link a seguir: Fake News.

 

*Estagiárias da Acin Jornalismo, sob supervisão de Eliane Taffarel

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