Preço da Cesta Básica cai e melhora poder de compra em Chapecó
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Chapecó, 15 de agosto de 2025 -O Boletim de preços do Cesto Básico, desenvolvido pelo curso de Ciências Econômicas da Unochapecó e pelo Observatório Pollen, acompanha mensalmente os preços de 57 produtos e três serviços tarifados, considerando o consumo de famílias com renda entre 1 e 5 salários-mínimos. A coleta foi realizada nos dias 7 e 8 de agosto em 10 estabelecimentos comerciais de Chapecó, e indicou que o consumidor chapecoense passou a precisar de 1,765 salários-mínimos para adquirir o cesto.
Essa redução representa R$27,35 a menos para a compra dos mesmos itens no mês anterior, evidenciando leve melhora no poder de compra. No Cesto Básico, houve recuo de 1,01% em agosto, influenciado por quedas expressivas em itens in natura, como batata inglesa (-31,81%), cebola (-23,53%), tomate (-21,00%) e laranja (-19,83%). Entre as altas, destacaram-se extrato de tomate (+88,95%), vinagre (+12,36%), banana (+11,05%) e leite (+9,60%).
Uma queda de 0,23% nos produtos alimentares, puxada pela redução de 7,10% nos in natura, também é registrada. Semi-industrializados subiram 0,68% e industrializados aumentaram 2,77%. Produtos não alimentares recuaram 8,21%, com destaque para higiene (-12,30%). Nos serviços tarifados, a energia caiu 2,36%, enquanto água e gás mantiveram os valores estáveis. O valor total do Cesto Básico fechou agosto em R$2.679,13.
Na Cesta Básica, composta por 13 itens alimentares essenciais, a redução foi de 2,77%, passando de R$643,18 em julho para R$625,38 em agosto, equivalente a 0,412 salários-mínimos. Tomate (-20,99%), batata inglesa (-10,41%), feijão preto (-9,65%) e café (-3,51%) registraram quedas, enquanto banana (+11,05%), leite (+9,61%) e pão francês (+4,98%) tiveram aumento.
Oscilações refletem conjuntura mista: a supersafra de arroz e a maior oferta de laranja favoreceram reduções, mas a alta de produtos industrializados e a pressão de custos como energia elétrica impulsionaram elevações. O cenário mantém a necessidade de atenção de consumidores, comerciantes e formuladores de políticas para preservar o poder de compra das famílias.
Confira o boletim completo aqui.
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Texto com informações do curso de Ciências Econômicas da Unochapecó.
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